sexta-feira, 25 de julho de 2008

10 conselhos de grandes empreendedores

01. O começo
“O empreendedor deve fazer um juramento - o de que não vai tirar dinheiro da empresa por vários e vários anos. O ideal é tirar uma soma para comer e, eventualmente, tomar um cafezinho. Sua vida deve ser bastante espartana. Eu fiquei dez anos sem tirar dinheiro da empresa”

Miguel Krigsner, presidente de O Boticário

02. O empreendedor
“O verdadeiro empreendedor é muito parecido com o comandante de um navio. Às vezes, ele tem de sujar a sua roupinha branca para saber o que se passa na sala das máquinas. Ele não pode esperar que o mecânico fale a língua dele, mas ele têm de saber falar a língua do mecânico e conhecer cada peça do navio”.

Miguel Krigsner, presidente de O Boticário

03. Formação profissional
“Um empresário deve ter a melhor formação acadêmica possível, deve trabalhar com os melhores profissionais, escolher algo que ama e principalmente tornar-se muito bom em algum aspecto específico do negócio. Eu sou bom em clubes de ginástica - mas em clubes de ginástica femininos, sou o melhor do mundo

Gary Heavin, fundador da Curves

04. Riscos
“O fundamental é não ter medo. correr riscos. Se você quiser ser empresário, você têm que arriscar, e arriscar de acordo com o seu tamanho e o passo que se quer dar. Quando se está numa pequena ou média empresa, esse é um luxo que empresário deve se permitir”.

Miguel Krigsner, presidente de O Boticário

05. Fracassos
“Eu não erro duas vezes. Com minha primeria rede de academias, que faliu, aprendi que o simples fato de haver uma sala de ginástica para homens já afastava parte do público feminino. Também aprendi a simplificar o negócio. Coreti piscina e sauna, por exemplo. Com uma estrutura enxuta, eu dependia de menos clientes para que o negócio fosse rentável”.
Gary Heavin, fundador da Curves
06. Autonomia da empresa
“É preciso acabar com o folcore de que o dono da empresa pode tudo. Ele, decididamente, tem que ser muito mais um servidor da empresa do que se servir dela. A empres atem leis próprias, que não vêm da vontade do empresário. Quem não observar essa regra não vai conseguir crescer”.

Oriovisto Guimarães, presidente do grupo Positivo

07. Franquias“O modelo de franquias foi o mais adequado para o crescimento da Curves. Não precisávamos de administrador em cada loja, mas sim de um dono em cada loja — alguém que cuidasse, que se dedicasse integralmente. O negócio da Curves tem muito a ver com envolvimento. Se seu negócio exigir paixão, o crescimento por franquia pode se tornar uma boa escolha”.

Gary Heavin, fundador da Curves

08. Expansão em cidades pequenas“Começar por cidades do interior foi estratégico para a Curves. Quase não tínhamos dinheiro para investir em publicidade. Fomos nos fortalecendo ao conquistar cidades menores. No interior, o boca-a-boca é muito mais eficaz. Nem sempre, obviamente, essa é a melhor estratégia. Há negócios que precisam do volume populacional típico das capitais”.

Gary Heavin, fundador da Curves

09. Diversificação“A diversificação foi para suprir necessidades da empresa. Criamos a gráfica porque ninguém tinha um serviço que atendesse nossas urgências. Com os computadores foi a mesma coisa. Começamos a montar máquinas para serem usadas em sala de aula. O empresário deve ter seu negócio principal consolidado para atacar em outras frentes - sempre relacionadas”.

Oriovisto Guimarães, presidente do grupo Positivo

10. Responsabilidade social“Acho que toda empresa tenha alguma orientação no campo da responsabilidade social. Às vezes, são atitudes alinhadas ao objetivo final da empresa. Uma prática de responsabilidade social que adotamos é verificar o grau de escolaridade dos seus funcionários e proporcionar ferramentas para que eles possam aprender mais. É nossa área de atuação e acaba não saindo caro”.
Oriovisto Guimarães, presidente do grupo Positivo
fonte: http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/10_frases_pme/10_frases.html

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Um Negócio Lucrativo

Comece pesquisando tudo o que já deu certo em outras empresas. Vá a cada supermercado a que tiver acesso, sente-se pelos corredores e analise o que os consumidores estão comprando.
Anote tudo em uma cadernetinha, preferencialmente, de cor azul.
Faça uma peregrinação, também, por todos os shopping-centers que encontrar pela frente e converse com todos os proprietários de pequenas lojas de varejo e serviços que lhe derem atenção.
Pergunte o que eles acreditam que daria certo se você resolvesse lançar uma nova empresa ou um novo produto naquele exato momento.
Prefira ignorar as informações fornecidas por loucos sonhadores! Prenda-se aos céticos e reclamões de plantão.
Peça indicações de nomes de administradores estabelecidos de fábricas e fornecedores de produtos diversos. Marque uma visita informal, para um café, e faça a pergunta chave: “O que venderia muito, hoje, se eu tivesse recursos suficientes para investir em sua produção?”.
Saia pelas ruas e pergunte às pessoas o que elas gostariam de comprar e não encontraram para vender.
Compre todos os jornais com indicadores econômicos que conseguir e estude todos os números.
Faça um curso de marketing, um de administração de empresas, um sobre fluxo de caixa, e um sobre como fazer crochê (apenas para exercitar a sua paciência).
Compareça a todas as palestras que conseguir. Ouça aquelas pessoas!
Ao final desta saga de inteligência empresarial, dê especial atenção à parte mais importante do processo: Ponha fogo nesta singela cadernetinha azul em que você anotou tudo o que escutou.
Isso mesmo! Esqueça tudo o que já foi feito, pensado e sugerido.
Exageros à parte, é preciso entender que as boas idéias de negócios estão sempre nas pequenas revoluções que seu novo produto faria nos hábitos de consumo da sociedade.
Quem poderia imaginar a mudança de rumos que a Coca-Cola, os micro-computadores e os telefones celulares fariam no mundo, até que alguém resolvesse investir nestas idéias?
Para que haja mais sucesso e inovação nos negócios, o marketiing tanto quanto as outras ciências do empreendedorismo, não pode mais ser um aliado da mesmice se limitando a pesquisar fórmulas de sucesso e garantindo que sua empresa apenas as repita.
É preciso considerar o risco, também, como um bom caminho para o sucesso empresarial.
Se a idéia de um produto lhe parece tão boa que tem lhe tirado o sono, talvez pareça da mesma forma para um grupo de consumidores que ainda nem sabe o quanto ainda lhe agradeceria se soubesse de sua existência.
E você poderá ser o próximo Bill Gates ou Henry Ford. Gostou da idéia?
Mãos à obra!

terça-feira, 22 de julho de 2008

os mandamento dos empreendedores de sucessos


O interesse de toda a sociedade em relação aos pequenos negócios é explicado pelo seu grande significado político e econômico. Político porque as micro e pequenas empresas funcionam como fator de equilíbrio da estrutura empresarial brasileira e coexistem com as grandes empresas. Econômico porque geram grande número de empregos, por isso, contribuem muito na geração de receitas e na produção de bens.
Para se ter uma idéia, das 470 mil empresas registradas pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) no Brasil em 1998, 34% foram enquadradas como micro empresas e cerca de 50% eram pequenas e médias. Ou seja, pelo menos 84% desses empreendimentos, no país, são de pequeno porte. No entanto, muitos empresários não conseguem manter suas portas abertas por muito tempo 56.291 empresas foram extintas em 1998, 11,4% a mais que no ano anterior. Pesquisas do SEBRAE-SP mostram que cerca de 58% das empresas de pequeno porte abertas em São Paulo não passam do terceiro ano de existência. O que leva tantas empresas à extinção? O que faz com que outras sobrevivam aos trancos e barrancos?
O fracasso pode estar ligado à falta de dinheiro no mercado, escassez de recursos próprios etc. Mas outras causas podem estar nos próprios empreendedores, isto é, a falta de habilidade administrativa, financeira, tecnológica e mercadológica.
A força que empurra o empresário para o
sucesso é, sem dúvida, a vontade de enfrentar o desafio de abrir o próprio negócio. Mas somada à essa vontade tem que haver a disposição para adquirir conhecimentos e para desenvolver comportamentos adequados a empreendedores bem-sucedidos. Pesquisas feitas com empresários bem-sucedidos identificaram qualidades especiais comuns a todos eles. Aproveitando essa "receita" montou-se um decálogo do empreendedor de sucesso. Dez itens que revelam a personalidade de homens e mulheres que foram à luta e obtiveram seu lugar no mercado.
Assumir riscos
Esta é a primeira e uma das maiores qualidades do verdadeiro empreendedor. Arriscar conscientemente é ter coragem de enfrentar desafios, de tentar um novo empreendimento, de buscar, por si só, os melhores caminhos. É ter autodeterminação. Os riscos fazem parte de qualquer atividade e é preciso aprender a lidar com eles.
Identificar oportunidades
Ficar atento e perceber, no momento certo, as oportunidades que o mercado oferece e reunir as condições propícias para a realização de um bom negócio é outra marca importante do empresário bem-sucedido. Ele é um indivíduo curioso e atento a informações, pois sabe que suas chances melhoram quando seu conhecimento aumenta.
Conhecimento
Quanto maior o domínio de um empresário sobre um ramo de negócio, maior é sua chance de êxito. Esse conhecimento pode vir da experiência prática, de informações obtidas em publicações especializadas, em centros de
ensino, ou mesmo de "dicas" de pessoas que montaram empreendimentos semelhantes.
Organização
Ter capacidade de utilizar recursos humanos, materiais financeiros e tecnológicos de forma racional. Resumindo: ter senso de organização. É bom não esquecer que, na maioria das vezes, a desorganização principalmente no início do empreendimento compromete seu funcionamento e seu desempenho.

Tomar decisões
O sucesso de um empreendimento, muitas vezes, está relacionado com a capacidade de decidir corretamente. Tomar decisões acertadas é um processo que exige o levantamento de informações, análise fria da situação, avaliação das alternativas e a escolha da solução mais adequada. O verdadeiro empreendedor é capaz de tomar decisões corretas, na hora certa.
Liderança
Liderar é saber definir objetivos, orientar tarefas, combinar métodos e procedimentos práticos, estimular as pessoas no rumo das metas traçadas e favorecer relações equilibradas dentro da equipe de trabalho, em torno do empreendimento. Dentro e fora da empresa, o homem de negócios faz contatos. Seja com clientes, fornecedores e empregados. Assim, a liderança tem que ser uma qualidade sempre presente.
Dinamismo
Um empreendedor de sucesso nunca se acomoda, para não perder a capacidade de fazer com que simples idéias se concretizem em negócios efetivos. Manter-se sempre dinâmico e cultivar um certo inconformismo diante da rotina é um de seus lemas preferidos. Independência Determinar seus próprios passos, abrir seus próprios caminhos, ser seu próprio patrão, enfim, buscar a independência é meta importante na busca do sucesso. O empreendedor deve ser livre, evitando protecionismos que, mais tarde, possam se transformar em obstáculos aos negócios. Só assim surge a força necessária para fazer valer seus direitos de cidadão-empresário.
Otimismo
Esta é uma característica das pessoas que enxergam o sucesso, em vez de imaginar o fracasso. Capaz de enfrentar obstáculos, o empresário de sucesso sabe olhar além e acima das dificuldades.
Tino empresarial
O que muita gente acredita ser um "sexto sentido", intuição, faro empresarial, típicos de gente bem-sucedida nos negócios é, na verdade, na maioria das vezes, a soma de todas as qualidades descritas até aqui. Se o empreendedor reúne a maior parte dessas características terá grandes chances de ter êxito. Quem quer se estabelecer por conta própria no mercado brasileiro e, principalmente, alçar vôos mais altos, na conquista do mercado externo, deve saber que clientes, fornecedores e mesmo os concorrentes só respeitam os que se mostram à altura do desafio.

COMO IDENTIFICAR OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS


Nesse texto iremos falar sobre oportunidades idéias e planejamento, por que uma idéia por si só não é suficiente para a criação de um negócio de sucesso e que os empreendedores devem sempre buscar a identificação de oportunidades. Mas como fazer isso? Quais os passos? Ou, qual o caminho das pedras?

Bem, em primeiro lugar você deve permitir que sua curiosidade fique em evidência e estar atento (a) a tudo o que ocorre à sua volta, principalmente aos problemas do cotidiano que muitas pessoas reclamam a respeito, mas ninguém dá a devida atenção para resolvê-los. O importante aqui é perceber que o problema deve ser coletivo, ou seja, que não se trate de algo especí­fico seu ou de poucas pessoas. Explico melhor: um problema só se transformará em oportunidade de negócios quando muitas pessoas sentirem seus efeitos…

Vamos citar um exemplo. Imagine que no seu bairro, nos finais de semana, muitas pessoas acordem um pouco mais tarde e queiram tomar café da manhã fora de casa, mas que não exista na região uma casa de café para suprir tal necessidade de forma completa, que se diferencie das padarias ou negócios similares que tentam atender esta demanda. Parece que você está identificando uma oportunidade aqui… Mas cuidado! Você deve sempre se certificar de que as pessoas realmente têm esta necessidade ou vontade não atendida, ou ainda, que não estão satisfeitas com as ofertas existentes na região. Como? Faça uma pesquisa para saber das preferências das pessoas e identifique o perfil daqueles que têm este hábito. Procure saber que negócios já suprem ou tentam suprir esta necessidade e, Bingo, talvez você tenha encontrado, de fato, uma boa oportunidade de negócios.

Obviamente que antes de criar um negócio você deve fazer um estudo mais criterioso de investimento e retorno, de análise da concorrência e, principalmente, do mercado potencial. Mas o início de tudo se dá pela oportunidade identificada e, a partir daí, para uma análise mais detalhada. Nunca comece um negócio sem antes passar pelas fases de identificação da oportunidade e de planejamento e análise de viabilidade.

Espero que você tenha tirado bom proveito, e aprendido alguns lições sobre planejamento.
Nos próximos textos falarei mais sobre idéias, planejamento, marketing e etc..